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25 de julho de 2017

CHOVE CHUVA, CHOVE SEM PARAR - XII


Teu olhar é úmido
Qual pingos de chuva
Que caem como lágrimas;

Lágrimas que rolam
Neste rosto tão gentil,
delicado e suave;

Que houve, querida?
- por que choras assim,
De forma tão sentida?

Vem meu anjo, te abrigo,
Desta chuva que molha
O teu doce olhar!

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